Se na hora de separar o lixo para a coleta seletiva, você nunca sabe muito bem o que fazer com as embalagens longa vida – compostas por papel, plástico e alumínio! – e acaba jogando-as fora junto com o lixo orgânico ou não reciclável por falta de opção melhor, agora não vai haver mais desculpas

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O mundo fashion é atacado frequentemente por atitudes politicamente incorretas, como o uso de peles de animais, o incentivo as modelos cada vez mais magras e ainda a exploração de mão-de-obra barata na cadeia produtiva. Para tentar combater essa imagem e os supostos desvios de conduta, o Comitê de Moda Britânico (BFC, na sigla em inglês) lançou o movimento batizado de “Esthetica”.

A iniciativa reúne estilistas e grifes que se comprometem com ao menos um dos três principais valores pregados pelo BFC: comércio justo, ética na cadeia produtiva e utilização de materiais recicláveis. Dezenove designers e marcas aderiram ao movimento neste ano e estão apresentando suas criações na London Fashion Week, coleção Primavera-Verão 2012.

O uso do plástico fabricado a partir da cana-de-açúcar, por isso batizado de “verde”, vem ganhando espaço na indústria de consumo. Com forte apelo ecológico, a resina verde atrai principalmente o público de alta renda. Já é usado em sacos de lixo e logo chegará aos supermercados levando iogurtes e às praias nos tubos de protetor solar.

A Braskem, a única produtora de polietileno renovável no mundo, admite uma expansão da demanda por parte das companhias de embalagens alimentícias, higiene e limpeza, cosméticos e fabricantes de sacos e sacolas de supermercados. A empresa, que costuma fechar acordos de exclusividade com esses clientes, está em conversações ainda com a indústria automobilística, que busca substituir peças de metais dos automóveis por peças de plástico.

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